Panorama do setor de bebidas.

O ano de 2011 foi de agitação e muita competitividade no mercado de bebidas. De acordo com uma pesquisa realizada pela Nielsen, de janeiro a agosto de 2011, o mercado de bebidas teve um avanço de 1,5%.

A expectativa de 2011 era igualar a produção à do ano anterior. Previa-se até queda. Os mais recentes dados do Sistema de Controle de Produção de Bebidas (Sicobe) da Receita Federal, contudo, mostram aumento de 3,37% no volume fabricado no País.

Os números da Receita, considerados os mais precisos do mercado, mostram que a produção alcançou 13,3 bilhões de litros - 433 milhões a mais que os 12,8 bilhões de litros de 2010. As cervejas especiais, segundo especialistas, foram as responsáveis por salvar o ano.

As classes C e D continuam consumindo mais cerveja, mas as marcas mais baratas. Nesse cenário, o que a classe B faz? Busca um diferencial que, no caso, são as cervejas especiais ou premium", diz Adalberto Viviani, especialista da Concept Consultoria, focada no setor de bebidas.

Produtos menos elaborados, com cereais não maltados (milho, arroz) - mas com posicionamento de preço acima das marcas populares - também fazem parte desse grupo.
A Budweiser, da Ambev, e a Devassa, da Schincariol (Kirin) são um exemplo.

Essas cervejas são as que devem apresentar maior ritmo de crescimento também em 2012, segundo análise do Banco Fator. "O aumento no consumo de produtos premium será o grande diferencial de resultados nos próximos anos, concomitantemente ao crescimento total de volume de cerveja", diz um relatório da instituição.

Recorde. "Não temos os números do ano fechados ainda, mas com certeza serão bons porque batemos recordes de produção em outubro e novembro", diz Patrick Zanello, cervejeiro da Colorado.
"Chegamos a 100 mil litros ao mês, marca que nunca alcançamos", completa ele.

A cerveja Paulistânia, produzida pela importadora Bier & Wein em parceria com a indústria de bebidas Contini, também teve alta de vendas em 2011. "Crescemos 55% em volume", diz Marcelo Stein, diretor da Bier & Wein.
Estrangeiras. As importações de cerveja, de acordo com Stein, bateram recordes no ano passado. Citando números oficiais, Stein afirma que a importação saltou de 22,1 milhões de litros em 2010 para 44,4 milhões de litros em 2011.

Os maiores volumes, afirma, foram trazidos por grandes cervejarias globais com atuação no Brasil, como Ambev (Anheuser-Bush InBev) e Heineken. Os países de origem da maior parte das importações são a Holanda, Uruguai, Argentina e México.

Na Bier & Wein, uma das maiores e mais antigas importadoras do País, os volumes cresceram 30% em relação a 2010. "Os brasileiros estão aprendendo a cultura da cerveja e descobrindo novos sabores", declara Stein.

Juntas, importadas e especiais, essas cervejas representam de 4% a 6% do consumo nacional, conforme estimativas do setor. "Nos próximos três ou cinco anos, esse porcentual deve chegar a 9%, afirma Viviani. 

Fontes: Abras/O Estado de S.Paulo – Jan/2012 | Consumidor moderno 

Um mercado com tanto
potencial exige uma
representação à altura.

Dário C. Occelli, que está à frente da empresa, é formado em Comércio Exterior e com formação também em International Trader. Profissional reconhecido por suas atividades no ramo de distribuição, ganhou dois prêmios como melhor distribuidor nacional e três como melhor distribuidor regional de uma renomada empresa multinacional, a qual representou durante cinco anos.

Desde 1990, agregou à sua trajetória a experiência como broker no setor cervejeiro, estreitando contato com indústrias de médio porte.

Em 1999, fundou a Eureka Assessoria e Intermediações Comerciais, que deu origem à atual Eureka Global Trading.

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